9 de janeiro de 2011

Crônicas de um Pé Duro

Resolvi praticar um esporte nesse período de semi-férias.

Comecei com um jogo que sabia jogar quando menino, basquete. Calcei um tênis, dirigi até o Belmar Fidalgo (a diferença é que hoje tenho um carro financiado). Na quadra, entrei no jogo dos caras. Foi tenebroso. Cometi o erro mais primária do jogo, "andei com a bola" -- dentre outras coisas, é claro. Terminou rápido após a dupla adversária chegar a 14 pontos (a boa regra dos 14 pontos do street). Persistente, voltei na próxima. Ainda mais vergonhoso, acometido de fatiga extrema, reuni meus restos de forças e bradei ofegante: "entra alguém no meu lugar, não tô aguentando!". Oh céus! Teria eu me tornado o tiozão?

Kaká, "pertenço a Jesus"
Bem, basquete eu não estava mesmo querendo. No outro dia, e com inspiração na última copa, fui procurar quem jogasse futebol no Sóter. Uou! Se eu tinha receio de parecer o mó tiozão, essa impressão veio a me cair num misto de alegria e dor.

Era uma gurizada de uns 9 a 13 anos. Corajoso me meti no meio deles (sabe o tiozão legal que joga bola com a garotada?). A parte boa: conseguia driblá-los sem muita dificuldade. Difícil era acertar o gol, mas consegui pelo menos um naquele dia.

Enfim, desde ontem estou com uma incômoda dor no pé, uma possível distensão no músculo.

2 comentários:

Luiz Roberto Lins Almeida disse...

Faz tempo que nem me arrisco mais. Muita vergonha em campo!

Luiz Roberto Lins Almeida disse...

Eduardo, acho que vc sabe onde foi que eu vi aquela apresentação musical do meu blog, né? Você se lembra disso?