4 de dezembro de 2015

Muitos pensam que bastaria eleger "bons" governantes que a corrupção acabaria e a economia cresceria significativamente. Eu também pensava assim. O problema é que todos os governos do mundo tendem à corrupção e à burocracia. Não existem governos "iluminados". Se, no entanto, o tamanho governamental for reduzido ao mínimo possível, mínima será a corrupção.

Quanto mais atribuições tiver o governo, maiores são os impostos e maior é a corrupção. É um círculo vicioso. O resultado é sempre o mesmo: o fruto do trabalho suado do povo termina nas mãos de políticos (como o que se deu na Petrobrás recentemente) e daqueles que fazem conchavo com o governo (como Odebrecht, Camargo Correa, banqueiros, etc.). Isso ocorre em todo lugar — mesmo nos países ricos.

Não existe mágica governamental. Para satisfazer o apetite dos políticos, eles terão que produzir inflação e elevar os impostos. Essa conta sempre aparece mais cedo ou mais tarde, e quem vai pagar não é FHC, Lula, Dilma, Aécio, nem os ricos empreiteiros e nem os banqueiros Daniel Dantas e André Esteves. Quem paga a conta é o povo — quando comprar o arroz e o feijão de cada dia. Ao invés de resolver os problemas, os governos só empobrecem o povo. Ao invés de criar riqueza, eles tomam do povo e entregam aos ricos.

É bobagem acreditar no governo (independente de quem esteja no poder). O que precisamos é defender uma limitação do poder governamental a apenas as funções judicial, consular e de segurança.

P.S. Se você tomou um choque cultural com essas ideias, saiba que eu também tomei quando tive contato com o Libertarianismo.

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